domingo, 13 de janeiro de 2008


Diga alguma coisa

Não importa o que seja

Mas diga

Mostre que está viva

Mostre que é minha amiga

Que se importa comigo

Porque te quero muito bem

Não deixe este silêncio

Petrificar meu coração

Esfriar os sentimentos

Despertos recentemente

Mais com tamanha intensidade

Que me dá medo

De surgirem o escondido

De aparecer o que foi negado

Descobrir os encobertos

Aparecer o real

Que em irreal idealizou

Projetou

Firmou-se

Acomodou

Deixou de existir

Ou enganei-me

Freud explica?

Ou busco na vã Filosofia

Todas as respostas e perguntas

De toda uma vida...



Dou-te rosas amarelas
Dou-te rosas vermelhas
Dou-te rosas brancas
Enfim...dou-te uma infinidades de rosas
Para te ver sorrir
Para te ver feliz
Pra te ver renascer
A cada amanhecer
E adormecer satisfeita
Feliz
Realizada
Amada!

Hoje não me atrevo
Em seus mistérios bisbilhotar
Em seu infinito particular
Em sua forma de se expressar
Com suas múltiplas escolhas
Com labirintos enigmáticos
Ruas sem nomes
Alamedas sem luz
Em seu eterno vir-a-ser
Em seu grito de dor
Esperanças recolhidas
Confiança partida
Isolamento consciente
Em sua muralha libertadora
Na solidão devastadora
Na filosofia que te aprisiona
Desculpa-te
Justifica-te
Viva a filosofia que te protege
Abona
Ou quem sabe salvadora?
Mas nem tudo está perdido
Ainda existe uma chama
Ainda existe uma saudade
Ainda existe uma esperança
Embora sendo só fragmentos
De uma vida partida
Em seu infinito devir
Ao amanhecer poderá ressurgir
Não se pode negar um coração
que não deseja morrer
em vida quer permanecer
mesmo a razão dizendo não
Mesmo quebrando portas
Retirando algemas
destruindo cadeias
Prisioneiro virá a ser
Quem poderá fugir da própria essência?
Mesmo com a mais bela inteligência?
Conseguirá sobreviver?
Este teu ser
Que flui poesia
De uma sensibilidade intensa
Invejada
Porém não percebida
E sim machucada
Alma ferida
Petrificada
Amedrontada
De tanto levar lambada
De tanto carregar o mundo
Sem nada receber
Que o faz esquecer
De como é bom amar e ser amado

Rosemary

Ah! Se eu pudesse

Contigo estar

Desabafar

Todas as dores

Todos os ais

Sem nada explicar

Justificar

E mesmo assim

Receber colo

Um ouvido amigo

Um ser sensível

Que sente comigo

Todos os vendavais

Tempestades

Mortes

As dores do mundo

Para comigo emergir

Renascer

Para uma nova vida

Um novo amanhecer

Com novas esperanças
de um dia realizar meus sonhos

Que desde criança

Recusam morrer

E juntos se construindo

Libertando-se

De todos os dogmas

De todas as prisões

De todos os bloqueios

De toda a timidez

De todos os medos

De todos os protocolos

Do senso comum

Prevalecendo o bom senso

A cada situação

Com devoção

Amor

Verdade

Lealdade

Rosemary

sábado, 12 de janeiro de 2008


Hoje quero ser um anjo

Para cuidar de você

Em minhas asas ampará-la

Em minhas asas abaná-la

Quero ser teu ouvido

Quero que tenhas sentido

Um novo recomeçar

Para vida continuar

Quero ser o silêncio

Dos seus ais, vendavais,

Levando o mais belo hino

Para contigo ouvir e cantar

Quero ser a alegria

Depois do choro e da dor

Quero ser o amparo

Em noites de desamor

Quero te ver feliz

Quero te ver amar

Quero que tenhas anseios

De comigo caminhar


Rosemary



Sonhas com que sonho

Um amante a moda antiga

Enamorado e educado

Recitando versos de amor

Galante e sedutor

Romântico e dominador

Com seu jeito de dono

Levar-me-á ao abandono

Em seus braços me entrego

Em seu calor me aqueço

Em brasas me deleito

Em belas noites de amor

Quem me dera encontrá-lo

Em vão tenho buscado

Tudo é tão fugaz

Tudo é tão prático

Rosemary


Sou todas estações:


Sou todas estações:


No verão sou vulcão

No outono me podo

No inverno me aqueço

Na primavera floresço


Em todas sou feliz

Em todas me desfiz

Por todas procurei

Em todas me entreguei


Por todas eu sofri

Por todas eu senti

Por todas eu parti

Por todas aprendi


No verão tive uma paixão

No outono tive um amor

No inverno eu amei

Na primavera apaixonei


Em todas eu vivi

Em todas eu morri

Por todas renasci

Por todas eu pedi


Rosemary

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008


Ah! Se eu pudesse

Contigo estar

Desabafar

Todas as dores

Todos os ais

Sem nada explicar

Justificar

E mesmo assim

Receber colo

Um ouvido amigo

Um ser sensível

Que sente comigo

Todos os vendavais

Tempestades

Mortes

As dores do mundo

Para comigo emergir

Renascer

Para uma nova vida

Um novo amanhecer

Com novas esperanças
de um dia realizar meus sonhos

Que desde criança

Recusam morrer

E juntos se construindo

Libertando-se

De todos os dogmas

De todas as prisões

De todos os bloqueios

De toda a timidez

De todos os medos

De todos os protocolos

Do senso comum

Prevalecendo o bom senso

A cada situação

Com devoção

Amor

Verdade

Lealdade

Rosemary

Quem sou eu

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Sou...uma eterna sonhadora... estou em contrução... sempre em construção... hoje já não sou o que fui ontem... Graças a Deus!